sábado, 12 de novembro de 2011

OBJETO CATALOGADO: MOEDA DE PORTUGUAL



Valor facial: $50 (meio escudo)
Época de emissão: 2ª República (1927-1968)
Tiragens: 1ª 1927(3.300.000)
Última 29ª 1968 (11.447.921)
Material: Alpaca
Cobre (61%) +zinco (20%) +níquel (19%)
Peso: 4,5 g
Diâmetro: 22,8 mm
Motivos Impressos-anverso:
·        Busto da República;
·        Ano de Emissão;
·        Expressão República Portuguesa.

Motivos Impressos-reverso:
·        Insígnias da Bandeira da República;
·        Grinalda;
·        Valor Facial.

Nota histórica
Os anos 60 marcam ainda o fim definitivo das emissões em prata para circulação.
Curiosidade
A revista Cine-Notícia no ano de 1928 custava $50.
Andressa Lima

CORDEL DA HISTÓRIA DO MEU BAIRRO:PONTA VERDE

Ponta verde é considerada um dos cartões postais
Cheia de imensos coqueirais.

Antigamente era um sítio do chico Zu
Hoje é uma linda praia visitada por muitos famosos.

Ponta verde conhecida pelo Brasil inteiro
Por causa do seu imenso coqueiro.

Gogó da ema coqueiro inusitado
Cuidado e bastante visitado.

Na Ponta Verde onde esteve
Gogó da ema recebe ressalto.

Em uma  praça recebe seu nome
Pelo esforço de salvá-lo.
Andressa Kelly

MÚSICA: Expresso da Escravidão

A degradação tem o seu preço
de trecho em trecho para trabalhar
a liberdade em troca de miséria
mancada seria pode matar
a soma de toda pobreza
desmoraliza o social
mão de obra farta escravizada
direitos humanos é opcional

Refrão:
Quanto custa um homem no expresso da escravidão ? no
Brasil !
escalado pelo tal de gato
explorado pelo fazendeiro
meses, meses, meses de trabalho
enganado e nada de dinheiro
objeto descartável coagido pelo medo
latifúndio escravagista
opressão pelo desespero

Refrão:
Quanto custa um homem no expresso da escravidão ? no
Brasil !
Escravidão contemporânea no Brasil!!!
RATOS DE PORÃO
Análise
A música dos Ratos de Porão retrata a exploração da mão de obra dos brasileiros que não tem liberdade e são obrigados a prestarem serviços nas grandes fazendas sem receber nada em troca.  Nas cidades que ocorrem este tipo de trabalho suas relações são na maioria ilegais.  Infelizmente isso é uma prática que persisti até hoje.
Andressa Lima

VISITA AO MUSEU VIRTUAL DA MOEDA: O ESCUDO

O Museu Virtual da Moeda: O Escudo é um trabalho realizado pela Ana Raquel que despertou minha curiosidade, pois tem por objetivo se unir com escolas européias para um o Projecto Euro-Comenius que está em andamento. O site começa abordando sobre as moedas antigas de 10 centavos de Portugal que surgiu na 2ª República com a instalação do Estado Novo em (1926/1927) até o pós 25 de abril, em que o mesmo descreve a história de Portugal naquele período de circulação da moeda. Caracteriza também cada moeda de acordo com o seu valor facial, época de emissão, tiragens, material, peso, diâmetro, motivos impressos-anverso, notas históricas e curiosidades da época.  A visita ao museu foi muito boa e prazerosa. 
Andressa Lima


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

AMO O QUE FAÇO: PEDAGOGIA

Sou uma menina que é apaixonada pela vida. Sempre procuro dar o melhor de mim em todos os aspectos. Estou sempre de olhos e ouvidos abertos para aprender, reaprender e desaprender, pois algumas coisas que você conhece ou acredita podem estar erradas e você deve estar preparado (a) para aceitar a possibilidade de mudar seus ideais. Procuro está atualizada com os mais recentes avanços em nosso mundo atual. Deste modo, ficarei apta a visualizar as oportunidades de inovações em meu campo de atuação que é a educação. Meu interesse em poesia, música, pintura, viagens e esportes sempre me fizeram muito bem. Amo a liberdade pessoal de ir e vir, apesar de ser uma pessoa que ama a autonomia, porém capaz de grande fidelidade a uma única pessoa. Sou muito emotiva e exijo provas de afeto. Evangélica, entretanto respeito à crença de todos. Adoro o que faço. AMO A EDUCAÇÃO!

 HISTÓRIA DA RUA JOSÉ JÚLIO SAWER- PONTA VERDE


Segundo um dos moradores antigos que ainda reside em sua casa na Rua José Julio Sawer conhecido por “Seu Biu”, relatou que não só na rua mais no bairro Ponta verde por volta de 1957 a 1960 não existiam casas, nem pessoas habitando. Pois, um dos motivos que as pessoas tinham para morar na parte alta da cidade de Maceió era porque os bairros da parte baixa ficavam ao nível do mar e tinham medo dele avançar.
 No bairro inteiro só havia matos, um sítio de coqueiros que pertencia a pessoas muito ricas da época, uma lagoa e um caminho de areia onde as pessoas de outros bairros como o da Ponta da Terra mais próximo tinham acesso à praia. Quando as pessoas de outros bairros viam para a praia aproveitavam para pescar na lagoa. Entretanto, nos meses de inverno não dava para atravessar, pois a maré enchia muito a lagoa.
 Durante a conversa o “seu biu” lembra que o dono do sítio dos coqueiros decidiu lotear o bairro de Ponta Verde, então algumas pessoas se interessaram e começaram a migrar para as primeiras ruas do bairro, como por exemplo, a Rua Abdon Arroxelas e a Rua Álvaro Otacílio. Desde então o “Seu Biu” quis comprar um dos lotes, porém, achou muito caro comparado com sua renda na época. Esperou um pouco, até que em 1962 comprou um lote por R$ 210, 000 cruzeiros parcelados em 60 meses de R$ 3.500 cruzeiros que se localiza nas Ruas Abdon Arroxelas e Jose Julio Sawer.
No começo a Rua José Julio Sawer se chamava Atravessa Abdon Arroxelas, o “Seu Biu” não sabe por que mudou de nome, mas afirmou que os nomes das ruas são de pessoas da “Elite” que ocuparam cargos de destaque em Maceió ou em homenagem aos antigos donos, como o Francisco Abdon Arroxelas que foi um funcionário da Fazenda Federal. Mas, que antes foi um professor e até prefeito de Maceió.
Anos depois, na Rua José Julio Sawer foram construindo casas e mais casas. Não demorou muito para surgirem prédios e locais de comércio. Desde então, a Rua José Julio Sawer é bastante cobiçada pelas construtoras para construção de prédios de apartamentos e até hotéis. “Seu Biu” conta que já lhe fizeram várias propostas de venda, porém não vendeu ainda pelo motivo de dividir o imóvel para os sete filhos e o dinheiro não daria para comprarem suas casinhas.
Hoje, Ponta Verde se tornou um bairro nobre da cidade de Maceió e suas ruas quase não se encontra casas. “Tudo mudou, mas ainda existem coqueiros.” Frase do “Seu Biu”.
Nas pesquisas feitas na internet não existe nada sobre a Rua José Julio Sawer, nem fotos, por isso coloquei do Bairro Ponta Verde sobre o que o “Seu Biu” me relatou.

domingo, 21 de agosto de 2011

Hoje a UFAL é uma Realidade em minha Vida

Ao passar na UFAL continuei tendo muitas barreiras é claro. Porém, todas foram vencidas ao longo do caminho pela minha coragem e dedicação. Uma delas, era andar de ônibus, engraçado não é? Eu não andava muito de ônibus antes de entrar na UFAL, mas quando entrei minha vida é andar no ônibus EUSTÁQUIO PONTA VERDE. Agora sou uma estudante de pedagogia e aprendi muitas coisas novas nas disciplinas do curso. Alguns professores ficarão na memória e outros esquecerei pelo descompromisso. Durante esse tempo conheci muitos colegas e poucos amigos que guardarei em meu coração( Aurilene, Daniele, Flavia, Simoneide) e um amor que se chama Rodenilckson que me encentiva todos os dias a estudar.

Quando era apenas um sonho

Bom, quando estava no ensino médio tinha um grande sonho de passar na UFAL ( Universidade Federal de Alagoas) como todos os jovens. Porém, para muitos era impossível pelo simples fato de ser pobre e estudar em uma escola pública, uma vez que os professores não transmitiam nem 50% dos conteúdos que precisariamos para prestar o vestibular. Mas, o meu sonho era maior e o meu Deus estava comigo. Todos os dias eu orava à Deus para que ele pudesse me dar esse presente e estudava em casa é claro. Fiz uma boa pontuação nos três PSS e passei na primeira fase. Chegou os dias da segunda fase. Todos os dias fiquei muito nervosa e chorava muito, mas graças à Deus consegui fazer as provas. O resultado saiu um dia depois do meu aniversário, não é que Deus me deu um presentão!